Neiva Ester
"Moisés construiu um altar e lhe deu o seguinte nome: 'O Senhor Deus é a minha bandeira'. Depois disse: _ Segurem bem alto a bandeira do Senhor!" Êxodo 17:15 e 16.

No dia 19 de novembro o Brasil comemorou o Dia da Bandeira. Ela é um dos principais símbolos da pátria. Lembra as lutas e desafios para que o chão que agora pisamos pudesse ser um país independente.
Até hoje, o Brasil já teve dez bandeiras, que variavam de acordo com a ascensão de um novo rei na corte de Portugal. Somente em 1822, com a proclamação da independência, a primeira bandeira nos representou como Estado independente. Ela era verde, com losango amarelo. No meio, havia dois ramos entrelaçados em torno de um escudo9, que era um antigo símbolo da fé cristã. Em cima ficava a coroa imperial.
Com a Proclamação da República, a bandeira foi novamente modificada, assumindo a versão atual. A frase "Ordem e Progresso, colocada no lugar da coroa imperial, deve-se a Benjamim Constant. Ela foi extraída do positivismo. Dentro da esfera azul está representado o céu do Rio de Janeiro exatamente às 8h30min de 15 de novembro de 1889, dia da Proclamação da República. As estrelas foram inspiradas nas que brilhavam no céu do Brasil naquela data. Porém, em 1992, uma lei alterou a bandeira para permitir que todos os estados brasileiros e o Distrito Federal estivessem representados por estrelas.
As bandeiras são, de longa data, o símbolo máximo de uma nação. Nas batalhas elas iam à frente do exército. Na conquista eram afixadas para demarcar o terreno. Moisés, no entanto, fez algo diferente. Ao vencer a batalha contra os amalequitas, colocou um altar no lugar da bandeira, lembrando o povo que o Senhor é a nossa bandeira, pois é Ele quem nos dá a vitória.

Fonte: Curiosos no Mundo de Deus/2005
Neiva Ester

Os meus alunos ficaram lindinhos com essas gravatas,
Neiva Ester

Fala proferida por mim na abertura da Feira do Livro/2009 na Escola Rio Jacuí:

No mundo hoje tudo é muito veloz.

A todo momento precisamos definir e manifestar nossa posição diante do que acontece ao nosso redor. A todo momento temos de expressar nossas ideias e sentimentos, ouvir as ideias das outras pessoas e – por que não ? – mudar de opinião.

Para definir nossos pontos de vista, precisamos antes de tudo saber ler: ler os fatos, ler as situações, ler os textos.

Não somos uma ilha. O que somos, resulta do que vemos, das leituras de mundo que fazemos, do nosso aprender.

Ao pousar seus olhos de aprendiz sobre todos os mistérios desse encanto, que se chama vida, busque ver e ler não só o que está as claras. Não se contente, também apenas em contemplar. Participe da construção.

Esta Feira do Livro foi feita com muito carinho para ajudá-lo a aprender e construir. Sem a sua participação, ela ficará incompleta. As atividades aqui apresentadas são para você. Aproveite a oportunidade e leia, escreva, pense, sinta, fale, ouça, sonhe. Quanto maior for o conhecimento através da leitura melhor será entender o mundo e criar respostas às questões que nos inquietam.
Neiva Ester
Senhor! Deste-me a vocação de ensinar e de ser professor.
É meu compromisso educar, comunicar e espalhar sementes, nas salas de aula da escola da vida.
Eu te agradeço pela missão que me confiaste e te ofereço os frutos do meu trabalho.
São grandes os desafios no mundo da educação, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na trajetória para um mundo melhor.
Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também o sofrimento que me fez crescer e evoluir.
Quero renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar.
Senhor! Inspira-me na minha vocação de mestre e comunicador. Dá-me paciência e humildade para servir, procurando compreender profundamente as pessoas que a mim confiaste.
Ilumina-me para exercer esta função com amor e carinho.
Obrigado, meu Deus, pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre,
Amém!

(Anônimo)
Neiva Ester
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Neiva Ester

E aquele que... recebe uma criança... estará recebendo a Mim. Mateus 18:5

O dia das crianças é um feriado muito especial comemorado em diferentes datas ao redor do mundo. Na Índia, ele ocorre no dia 15 de novembro. Na China e no Japão, a festa é em 5 de maio. Em Portugal, a data é comemorada no dia 1º de junho.
A maioria dos países que celebram esse dia prefere a data de 20 de novembro, dia em que a ONU aprovou a Declaração Universal dos Direitos da Criança. Entre outras coisas, essa declaração defende que toda a criança tem o direito ao lazer, proteção e cuidados especiais mesmo antes de nascer. Pena que muitos não respeitem essas regras!
No Brasil, a data de 12 de outubro foi inventada pelo deputado Galdino do Valle Filho, que teve a ideia de sugerir ao Congresso a criação de um dia em homenagem às crianças. A ideia teve fácil aceitação e em 12 de outubro de 1920 foi aprovada pelos deputados e oficializada pelo presidente Artur Bernardes.
Porém a população pareceu não ligar muito para o feriado, até que em 1960 a fábrica de brinquedos Estrela e a Johnson & Johnson resolveram lançar a promoção "Semana do Bebê Robusto" para aumentar a venda de fraldas e brinquedos.
A estratégia deu certo e, no ano seguinte, outras empresas resolveram escolher um único dia para, juntas, lançarem um marketing de brinquedos. Escolheram 12 de outubro e ressuscitaram o antigo decreto que, a essa altura, já estava engavetado.
Algumas datas que surgem por motivos puramente comerciais podem ter uma temática bonita, mas são perigosas se estimular apenas o materialismo. Mesmo que seu pai não tenha dinheiro para lhe dar um presente no seu aniversário, no Dia das Crianças ou em outra data qualquer, saiba que o mais importante não é o que se ganha no dia da comemoração, mas como se vive nos demais dias do ano.
Um brinquedo, por mais caro que seja, um dia vai perder a graça. Porém, o carinho e o amor recebidos nunca ficarão velhos. Pelo contrário, estarão sempre no coração dando-lhe forças para prosseguir e fazendo-o lembrar que você é amado por alguém. Esse é o melhor presente de todos.

Fonte: Curiosos no Mundo de Deus, Rodrigo P. Silva e Lisliê V. Silva, 2005.

Neiva Ester
Assisti, com meus aluninhos, ao espetáculo teatral "Canto de Cravo e Rosa", sob direção de Jessé Oliveira.
A história acontece em um jardim, no qual todos os bichos e plantas estão em harmonia. A música dos enamorados Cravo e Rosa encanta a todos. Mas, a senhora Aranhosa quer ser o astro musical e faz uma trama para separar o casal enganando o Sapo. A peça propõe uma reflexão sobre as limitações e habilidades de cada um, destacando a importância da diversidade.
O texto utiliza elementos dramáticos e musicais onde aparecem cantigas de roda oriundas de brincadeiras do Rio Grande do Sul, o que fez com que meus alunos cantassem junto enquanto a história se desenvolvia.
Além do cenário composto por uma enorme teia em uma estrutura metálica onde a Aranha subia e descia, os recursos de iluminação, a mudança de figurinos, as máscaras e inúmeros instrumentos musicais usados na sonoplastia, a realização de movimentos circenses com acrobacias deixou os expectadores mais atentos.
Recomendo essse espetáculo e se você for à Feira do Livro de Porto Alegre, em sua próxima edição, poderá assistir à peça e ao lançamento de um livro.

Neiva Ester

O que você acha que é mais difícil: Uma criança se sentir autoconfiante ou um adulto se tornar dependente?

Parece que os seres humanos raramente ficam felizes com sua idade. Crianças querem crescer e ser "pessoas grandes", e os grandes invejam a energia e a vida dos jovens.

Você já percebeu que a raiz da palavra "juvenil" é a mesma da palavra "rejuvenescer"? O substantivo é "rejuvenescência", que transmite a noção de prorrogação da juventude.

Um registro mais antigo desse termo vai lá para os anos de 1600. Mas muito antes dessas palavras serem inventadas, Jesus valorizou o conceito de "se tornar como criança".

É ainda verdade que as crianças são as pessoas mais suscetíveis aos ensinos do evangelho; seu coração acha-se aberto às influências divinas, e forte para reter as lições recebidas. Os pequeninos podem ser cristãos, tendo uma experiência em harmonia com seus anos." - O Desejado de Todas as Nações, p. 515.

Neiva Ester
Veja fotos da passagem do quarteto Arautos do Rei na cidade, em apresentação no Colégio Imaculada Conceição na terça-feira, 15 de setembro.
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Neiva Ester

Neiva Ester
Estas fotos foram tiradas na Ronda Crioula da Escola Rio Jacuí.
Neiva Ester
Que lindinhos esses peões e prendas, na sexta-feira, 18 de setembro, na Escola Adventista.
Neiva Ester

"O seu modo de falar mostra que, de fato, você também é um deles. " Mateus 26: 73

Sotaques e regionalismos na hora de falar são conhecidos desde os tempos de Jesus. Todos na casa do sumo sacerdote reconheceram Pedro como discípulo de Cristo pelo seu jeito "Galileu" de se expressar.
No Brasil também existem muitos regionalismos. Quem já não ouviu um gaúcho dizer: "Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "Bah, Tchê"?
Essa expressão, própria de nós gaúchos, tem um significado muito curioso.
Para conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, de onde herdamos nosso "Tchê".
Há muitos anos, antes da descoberta do Brasil, o latim marcava acentuada presença nas línguas europeias como o francês, espanhol e o português. Além disso, o fervor religioso era muito grande entre a população mais simples. Por essa razão, a linguagem falada no cotidiano, era dominada por expressões religiosas como: "Vá com Deus", "Queira Deus que isso aconteça", "Juro pelo céu que estou falando a verdade", e assim por diante.
Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições também religiosas como: "Oh, criatura de Deus, por que você fez isso"? ou "Menino do céu, onde você pensa que vai"? Muita gente especialmente no interior ainda fala desse jeito.
Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de exclamar "Gente do céu", falavam apenas Chê! (se lê Tchê) que era uma abreviatura da palavra caelestis (tchelestis) e significa ''do céu''. Eles usavam essa expressão para expressar espanto, admiração, susto. Era talvez uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco. Mas também serviam dela para chamar pessoas.
Com a descoberta da América, os espanhóis trouxeram essa expressão para as colônias latino-americanas. A proximidade da Argentina e do Uruguai fez com que os gaúchos incorporassem palavras em espanhol ao seu vocabulário. Portanto exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo alguém "do Céu".

Que bom seria se todos nos tratássemos assim. Considerando uns aos outros como gente do céu!

Fonte:Inspiração Juvenil 2005
Neiva Ester
Se você mora em Cachoeira do Sul, RS, está convidado para assistir ao programa da Caravana da Esperança que neste ano traz como orador o pastor Fernando Iglesias e o quarteto Arautos do Rei.
Ratificando o convite, o programa será no auditório do Colégio Imaculada Conceição, dia 17/09/09, às 19h30min.
A entrada será a doação de 1 kg de alimento que reverterá em favor da Liga Feminina de Combate ao Câncer.
Eu estarei lá.
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Neiva Ester
Soldadinhos, com tubo de papel higiênico pintado com guache, foram produzidos pela minha turminha. A criatividade ficou demonstrada, especialmente, nos rostinhos dos soldados.
Neiva Ester

Esses óculos e outros, foram coloridos por alunos meus do 2º ano e foram usados por eles em comemoração ao dia da independência do Brasil na escola.
Neiva Ester
Mais uma menina. Esta também está de rosa com a placa "Meu Quartinho".
Neiva Ester

Essa menininha ficou tão delicada, toda de rosa!
Ela foi feita em E.V.A.
Neiva Ester
Não dá vontade de apertar esse ursinho sentado no sofá?!
Ele foi feito em E.V.A.
Neiva Ester
O pote de mel foi para ilustrar o cartaz dos aniversariantes. Ao lado, marca páginas.
Para realizar os sorteios fiz as abelhinhas coladas num palito de picolé com o nome do aluno. Todos dentro de uma latinha encapada.
Detalhe das abelhinhas.
Neiva Ester
Alfabeto: Foram oficialmente incorporadas ao alfabeto da língua portuguesa as letras "k", "w" e "y", que passa a ser formado por 26 letras. Seu uso, no entanto, continua limitado aos casos em que já vinha ocorrendo: a) em antropônimos originários de outras línguas (Franklin - frankliniano); b) em topônimos originários de outras línguas e seus derivados (Kuwait - kuwaitiano); c) em siglas, símbolos e palavras adotadas como unidades de medida de uso internacional (kg, kW, K).
Neiva Ester
Translineação: Não houve mudança com relação à divisão silábica. A única alteração foi a obrigatoriedade de repetir o hífen na linha seguinte quando, na translineação (mudança de linha), a partição coincidir com o hífen da palavra: vice-
-campeão.
Neiva Ester
Esses cartazes foram feitos para o 1º semestre do ano:
O cartaz dos numerais com a quantidade de abelhas coladas, respectivamente, ao lado dos algarismos.
O calendário mensal e o porta tudo.
No fundo da sala, como painel, pintei a guache sobre papel uma abelha gigante dando as boas-vindas.
Este foi o meu preferido, a tinta em relevo era transparente amarelo com glitter não dourado, mas amarelo, o que deu aspecto de mel escorrendo.
E o cartaz dos ajudantes com imã atrás das plaquinhas dos nomes.
Na foto, a seguir, a substituição da placa de boas-vindas do primeiro para o segundo semestre. A primeira imagem corresponde a nova, do segundo semestre.
Neiva Ester
Recebi por e-mail esta sugestão de chaveiro de E.V.A. para o Dia dos Pais.
Contribuição de http://www.sonholilas.com.br/ .
Neiva Ester

Esse é o painel do mural para colocar os trabalhos, à medida em que a turma fô-los produzindo.
Neiva Ester

Ursinho feito pela aluna Mariana.
Outros ursinhos foram feitos pela turma, com cilindros de papel higiênico.
Neiva Ester

O Dia do Amigo foi adotado em Buenos Aires, na Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.
A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema “Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro”.Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo , é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.
No Brasil, o dia do amigo, também, é comemorado em 20 de julho.
Neiva Ester
Emprego do hífen
2) Em palavras prefixadas: A principal modificação introduzida nesta questão da grafia é a unificação da norma, que passa a ser aplicada uniformemente aos verdadeiros prefixos (intra, ante, anti, sub, super, pré...) e aos falsos prefixos (agro, aero, micro, macro, mini, mono, eletro...), passando a se empregar obrigatoriamente o hífen nos seguintes casos:
a) Sempre que o segundo elemento começar por "h": anti-higiênico, co-herdeiro, eletro-hidráulico, psico-higiene, geo-história.
b) Quando o primeiro elemento termina na mesma vogal com que se inicia o segundo: anti-inflamatório, contra-atacar, eletro-ótica, micro-onda.
Além dessas normas, devem-se observar também as seguintes:
a) Se o segundo elemento começar por outra vogal que não a final do prefixo, aglutinam-se os dois elementos: antiaéreo, extraescolar, neoescolástico, aeroespacial, agroindústria, semianalfabeto.
b) Quanto aos prefixos terminados em vogal seguir elemento iniciado por "r" e "s", estas letras devem ser dobradas: antirreligioso, minirreforma, extrarregular.
c) Os prefixos circum, pan, hiper, inter, super, ex (quando indica estado anterior), sota, soto, vice, vizo, pós, pré e pró requerem hífen em outros casos, mantendo-se as regras em vigor antes do acordo: circum-navegar, ex-diretor, iner-relacionar, pré-natal, pan-americano, sota-piloto, vice-presidente, super-requintado.
d) Mantém-se a grafia sem hífen com os prefixos des, in, re, trans, entre outros de uso já consagrado: deserdar, inabilitar, re-equilibrar, transoceânico.
e) Com relação ao prefixo sub, como se deduz da leitura atenta da base XVI do acordo, em que pese interpretação contrária de algumas publicações, não se usa mais hífen quando a palavra que se segue inicia por "r": subreino, subregra. Por extensão, a mesma regra se aplica aos demais prefixos terminados em "b" e "d": abrogar, sobroda, adrogar.
Neiva Ester
Hoje é Dia da Pizza. A data foi instituída em 1985, pelo secretário de turismo de São Paulo, Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração da redonda.
Pode parecer piada, mas a origem da pizza é motivo de debate até em universidades da Europa. Uns defendem que ela surgiu com os gregos, outros com os italianos e há quem diga que tudo começou no México.
De fato, é difícil definir as origens da pizza. Já em 2000 a.C., nos dias de Abraão, havia um tipo de massa fina assada, por cima da qual iam sementes, legumes, carne e azeite. Os antigos habitantes da Mesopotâmia chamavam-na de pitta e talvez foi daí que surgiu a palavra pizza usada posteriormente em Nápoles, para dar nome aos bolos que as mulheres faziam. Na versão mexicana, a pizza é a comida-irmã das tortillas, consumidas no país desde os astecas. Já a pizza industrializada começou nos Estados Unidos em 1950, quando as famosas casas de fast-food estavam despontando nas grandes cidades.
Seja qual for a posição adotada, de uma coisa todos têm certeza: ela certamente foi inventada por alguém. Seria ridículo imaginar que a pizza tenha surgido do nada e pelo acaso. Há um ser inteligente por detrás dessa invenção.
Ora, se a origem da pizza nos leva a supor a existência de alguém que a criou, não deveria a origem do Universo nos levar ao mesmo raciocínio? Tudo o que há no cosmos, inclusive o ser humano, é muito mais complexo que uma simples pizza; e se ela precisa de um inventor que justifique sua origem, Deus também seria necessário para explicar a criação do Universo, você não acha?
“Aqueles que afirmaram que uma fatalidade cega produziu todos os efeitos que observamos no mundo proferiram um grande absurdo: pois o que poderia ser mais absurdo do que uma fatalidade cega que teria produzido seres inteligentes?” Montesquieu

Fonte: Inspiração Juvenil 2005.
Neiva Ester
Cantiga com enredo onde os participantes são o elenco de uma historieta.
Duas crianças são escolhidas para os papéis principais de destaque: mãe e um pretendente pobre. Algumas crianças são as filhas, que ficam de mãos dadas com a mãe formando uma ala, enquanto as outras crianças são os pretendentes formando uma outra ala de frente para a anterior.
Os pretendentes pobres avançam em direção à ala cantando "eu sou pobre..." enquanto a outra ala recua. Em seguida, a ala cantando "eu sou rica...", avança em direção aos pretendentes que, por sua vez, recuam.
Assim mantém-se um diálogo.
Quando a ala canta "volte, volte, cavalheiro...", escolhe-se um pretendente entre os meninos que escolhe uma companheira recitando a última estrofe. As crianças vão, deste modo, formando os pares e saindo até que nas alas fique apenas a mãe e um pretendente (o puxador inicial).



Eu sou pobre


Eu sou pobre, pobre, pobre
De marré, marré, marré
Eu sou pobre, pobre, pobre
De marré de-si.


Eu sou rica, rica, rica
De marré, marré, marré
Eu sou rica, rica, rica
De marré de-si.

O seu rei mandou pedir
Uma filha em casamento.

Minha filha eu não dou
Nem por ouro, nem por prata
Nem por sangue de lagarta.

Volte, volte, cavalheiro
Escolhei a quem quiser.

Esta sim, esta não.
Esta come requeijão
Esta rouba pão na mesa
Venha cá meu coração.